7 territórios que querem ser países (A TODO CUSTO)

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Imagine acordar amanhã e descobrir que o mapa do mundo mudou. Novos países surgiram, fronteiras foram redesenhadas e regiões que antes pertenciam a grandes nações decidiram seguir seu próprio caminho. Isso não é ficção — movimentos separatistas existem em várias partes do planeta e alguns são levados tão a sério quanto paises ja estabelecidos.

Hoje você vera 7 territórios que querem se tornar países a todo custo.


Vamos começar nossa jornada pela Cirenaica, na Líbia uma pretenciosa região no norte da África.




1. Cirenaica (Líbia)
 


No leste da Líbia, existe uma região chamada Cirenaica que já foi, no passado, praticamente autônoma. Após a queda de Muammar Gaddafi, o país mergulhou em instabilidade, e isso reacendeu o desejo de independência na região.

A Cirenaica é rica em petróleo, o que torna sua possível separação ainda mais delicada. Muitos líderes locais argumentam que a região recebe menos recursos do que deveria, mesmo sendo responsável por grande parte da riqueza do país. Com conflitos internos e divisões políticas, a ideia de um novo país ali continua viva — mesmo que ainda distante.

Saindo do leste, vamos dar um salto para o Chifre da África. Em Jubalândia  na Somália.


2. Jubalândia (Somália)
 


No sul da Somália, a Jubalândia funciona quase como um estado independente. Ao lado da Somaliliandia, (outro famoso movimento que busca independência), Jubalândia possui governo próprio, forças de segurança e até relações políticas regionais. De fato, a região africana já opera com bastante autonomia.


A Somália enfrenta décadas de instabilidade, e regiões como Jubalândia acabaram se organizando por conta própria. Embora oficialmente ainda faça parte do país, há quem defenda uma independência total — especialmente para garantir mais segurança e controle sobre o território.


Ainda na África, vamos agora para Bioko, na Guiné Equatorial uma ilha pouco conhecida, mas estrategicamente importante.


3. Bioko (Guiné Equatorial)
 


A ilha de Bioko pertence à Guiné Equatorial e abriga a capital do país, Malabo. Apesar disso, existem tensões históricas entre os habitantes da ilha e o governo central.

Grupos locais já defenderam maior autonomia e até independência, alegando diferenças culturais e políticas. A situação nunca chegou a um conflito aberto de grandes proporções, mas o sentimento separatista ainda existe em partes da população.


Agora vamos para Padânia, na Itália. Onde a coisa fica ainda mais curiosa.


4. Padânia (Itália)
 


No norte da Itália, existe uma ideia que já virou até movimento político: a Padânia. Essa região, que inclui áreas ricas como Lombardia e Veneto, é considerada o motor econômico do país.

O movimento separatista ganhou força com partidos como a Liga Norte, que defendiam que o norte sustenta o sul economicamente. A proposta? Criar um novo país mais rico, eficiente e independente.

Apesar de nunca ter se concretizado, o conceito de Padânia ainda é discutido e, de tempos em tempos e volta ao debate político.


Agora, ainda na Europa, vamos para o arquipélago dos Açores no meio do Atlântico.


5. Açores (Portugal)
 


Os Açores são um arquipélago pertencente a Portugal, localizado no meio do oceano Atlântico. Apesar de terem autonomia administrativa, há movimentos que defendem uma independência completa.

A distância geográfica do continente europeu e uma identidade cultural própria alimentam esse desejo. Embora não seja um movimento massivo, ele existe — e levanta discussões sobre até que ponto regiões insulares devem depender de um país continental.


Agora vamos atravessar o oceano e chegar à América do Sul. Onde lá se encontra o território Mapuche


6. Mapuches (Chile e Argentina)
 


O povo mapuche vive no sul do Chile e da Argentina. Diferente de outros casos, aqui não se trata apenas de território, mas de identidade ancestral.

Os mapuches nunca aceitaram completamente a divisão de suas terras pelos estados modernos. Hoje, alguns grupos defendem a criação de um território autônomo ou até independente, baseado em suas tradições e organização própria.

Conflitos por terras são frequentes, especialmente no Chile, e envolvem disputas com governos e empresas. É um dos movimentos mais complexos da lista, porque mistura política, história e cultura indígena.


E agora vamos para uma região que já funciona, na prática, como um país. Transnístria, Moldávia.


7. Transnístria (Moldávia)
 


Entre a Moldávia e a Ucrânia, existe uma extreita faixa de território chamada Transnístria. Oficialmente, ele pertence à República da Moldávia — mas na prática, é outra história.

A região tem governo próprio, moeda, exército e até fronteiras controladas. Desde o fim da União Soviética, a Transnístria se declarou independente, embora quase nenhum país reconheça isso oficialmente.

Com forte influência russa, o território vive uma espécie de “limbo geopolítico”: é um país que existe, mas não é reconhecido como tal pela maior parte do mundo.


Esses sete territórios mostram que o mapa do mundo está longe de ser algo fixo. Por trás de cada fronteira, existem histórias, interesses econômicos, identidades culturais e, muitas vezes, conflitos silenciosos.

E enquanto alguns desses movimentos parecem distantes de virar realidade, outros já operam como países — só falta o reconhecimento oficial.

A pergunta que fica é: quantos novos países ainda podem surgir no futuro? 🌍


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